sábado, 25 de agosto de 2007

Beleza não é tudo.





Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse:
Que petulância te chamarem de Flor!
Veja sua pele áspera e a minha lisa e sedosa...
Seu cheiro desagradável e meu perfume sensual e envolvente.
Veja seu corpo grosseiro!
e o meu delicado e elegante...
Eu, sim, sou uma flor!
E a couve-flor respondeu:
"Helloooww!
Querida, de que adianta ser Bonita se nimgem te come!!
Post tirado de um flog

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Maldito futuro do pretérito



Certamente você já deve ter pensado algo do tipo" se eu pudesse voltar atrás eu faria assim". Eu por exemplo, andei pensando bastante nessa frase, você pensa "putz! por que eu não pensei nisso? Era preu ter pensado nisso antes, droga!". Não tem nada pior do que o não pensar no que deve no presente, deixando somente para o futuro do pretérito e não dando realidade para ação, afinal nem o futuro e nem o passado são tão reais e concretos quanto o presente.
Tá na hora de abolir os termos: teria, faria, podia. Agora é: tenho, faço, posso. Também ta na hora de exterminar os" ses" hióteses não são nada alêm de meras hipóteses. Eu quero a realidade

sábado, 28 de julho de 2007

Amazônia, um mar de biodiversidade. Nossa!

Brasil, terra de patriotas, que gritam e torcem energeticamente pelo país nos jogos pan-americanos, que não se cansam de cantar"Eu sou brasileiro com muito orgulo, com muito amor!". Onde esta o patriotismo, quando se trata da nossa floresta? A amazônia é um bem que deveria dar orgulho a cada brasileiro que aqui vive.
Você já parou pra pensar que nós somos abençoados pela natureza que aqui florece?
O Brasil é um país de multiplas espécies de plantas e animais!Um país rico em biodiversidade.
É engraçado como o pan está se tornando mais importante do que a questão da privatização da nossa Amazônia.
Acordem brasileiros cantem com sinceridade, se orgolhem da nossa patria, mas se orgulhem de verdade!
Não estou dizendo que sou contra os jogos, pelo contrário, pelo menos assim os brasileiros botam seu lado patriota pra fora, mas não podemos esquecer do patriotismo quando estamos falando de algo tão importante como a privatização da Amazônia. Devemos valorizar nosso país, e tudo que aqui existe, todos os dias!
Você sabia que nos Estados Unidos, as crianças aprendem -na escola- que o Amazônia é um patrimônio mundial? Aquele país já está de olho na nossa mata. Imagina se conseguirem tomar posse dessa vasta biodiversidade, o que será da humanidade? Com as declarações que ouvimos de George w. Bush, é de se preocupar o que pode acontecer! Certamente será o fim! o mundo será engolido pelos gases estufa.
É isso que você quer?
Então acorda e faz alguma coisa pra impedir que esse erro grave seja cometido, a população tem que se unir, e prestar mais atenção na nossa riqueza!
Afinal, quer queria quer não, existem muitos outros países muito mais atentos na nossa mata do que muitos brasileiros. Só pra ter uma idéia, tem muito brasileiro
que pensa que a Amazônia é um uma floresta repleta de árvores e indios, como na época do descobrimento.Ah se ainda fosse assim...

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Contradição verde

Palavras faladas,
criadas pra iludir,
pra confundir,
pra abafar.
Eterna contradição verde!
Venda, vendando os olhos
ou pelo menos tentando.
Eles continuam pensando
que somos idiotas
Eles continuam acreditando
nesta tese ingênua.
Idiotas não somos nós
que buscamos justiça
Idiotas são eles
que vêem esperteza
no exercício da injustiça.

Ó venda verde vendando, vendendo
quando essas venda partidária vai cair?

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Diário

Dia 10, de junho, 2007
Hoje, acordei cedo como toda terça-feira, mas desta vez não foi para ir pro curso de inglês, foi para ir para o cursinho. As aulas iniciaram hoje. Não fiz muitas amizades, nem obsrevei todos os componentes da turma. Só conhecia uma pessoa, Cortez. Durante a manhã que decorreu a aula só falei com ele e com o garoto sentado ao meu lado.
Ao terminhar a aula caminhei até a parada. Na pacarela, passando para o outro lado da rua, encontrei laide e seu namorado,cob, amigos que não encontrava a muito tempo, coumprimentei-os e segui meu caminho. Decidi dar uma passada na livraria para ver se tinha o livro de título, "Marley e eu", para presentear uma amiga querida, mas havia acabado no dia anterior. Então voltei para casa lendo " O futuro da humanindade", um livro insipirador.
Já em casa, preparei o almoço e fui estudar. Depois fui tirar um cochilo e , após o sono, dei mais uma lida até a hora de partir para o curso de web design.
Às 18:00 horas, sai de casa a caminho da parada do 52 e comocei a minha espera quase interminável pelo ônibus. Parada vazia, só haviam algumas pessoas na farmácia ao lado. Eu lá, esperando o lento ônibus. Ouvi um baruho, olhei e lá vinha um. Há era o 31, não dá pra pegar. Continuei ali, parada, esperando em baixo de uma árvore. Comecei a olhar aquela árvore, sempre me aproveitei da sua sombra, do seu abrigo e da sua companhia, muitas vezes não notada, sempre que ia esperar o 52.
Uma vontade quase que descontrolável de abraça-la, começou a me possuir, mas quando estava prestes a tomar a iniciativa, não consegui, uma parte de mim não me deixou, a parte da repressão. "Como pode uma garota que muitas vezes se diz livre, se reprimir de um ato tão simples e singelo?", pensei. Eu sempre preguei frases de liberdade, mas naquele momento dei voz a repressão, que com o passar do tempo fui deixando ser costruída dentro de mim através do sisteme social em que vivo. Concluí, eu não sou livre, sou exatamente o que eu sempre repudiei, uma escrava do sistema.
No tempo em que fiquei ali, passei a admirar aquela árvore e a refletir. " Como somos medíocres, diante da superioridade da natureza. Estamos tão presos ao sistema soial que vigora nesse país( e no mundo materialista capitalista) que somos inacapazes de abraçar nossos parentes, que dirá uma árvore." Comecei a viver um conflito interno uma parte de mim, aquela que quer ser livre, queria abraçar o ser vivo diante de mim, mas a outra, a imposta pela sociedade, me dizia "Josie isso é coisa de gente louca, o que é que vão pensar de você?" "o que é que vão pensar de mim?" como pode eu estar me perguntando isso? Sempre fiz questão de dizer que não me preocupo com isso, e estava me preocupando naquele momento.
Enquanto isso, passou um 51, outro 51, e nada do 52. Quando a último 51 passou, levei minha atenção para o outro lado da rua e avistei uma criança, uma menina que deveria ter seus 3 a 4 aninhos de idade, ela se desperdia de uma mulher dizendo" Ei, eu to de férias viu? Eu to de férias viu?". Fiquei olhando aquela criança "Queria voltar a ser livre como uma criança". As crianças ainda não tem o lado da repressão dentro delas, esse lado ainda vai se formar. O meu já se firmou, infelismente, embora eu lute ardoamente contra ele.
A criaça se foi, então voltei a atenção para minha companheira de parada. "como será ser uma árvore? ficar ali, parada, cedendo sombra e abrigo sem ser notada, sem receber ao menos um obrigado? Só ser vista como uma purificadora de oxigênio? Quantas pessoas já quiseram abraça-la e também fora impedidas como eu?". Então olhei pra ela e a agradeci por estar ali e senti a presença Deus nela.
No auge dos meu questionamentos e agradecimentos o ônibus chegou. Já eram 19:04, ou seja ia chegar atrasada, mas me sentia tranquila diante da minha descoberta daquela noite.
No ônibus, subiram 2 caras um tanto estranhos, sei que meus pensamentos eram preconceituosos, mas nos dias de hoje é bom ficar atento a tudo que lhe rodeia. Pois bem, eles entraram no ônibus e um sentou- se em uma cadeira e fez sinal com a cabeça para o outro sentar em outra. Após um pequeno intervalo de tempo o que havia sido expulso do lado do amigo( que por sinal havia sentado uma cadeira a minha frente) passou algo para o outro, fiquei observando, era um trident, senti um pequeno alívio. Eles se entre olhavam e olhavam os passageiros, ainda bem que o ônibos estava vazio, se fossem assaltantes não teriam lucro assaltando um ônibus vazio. Depois de um tempo eles pararam de observar os passageiros. a minha parada estava se aproximando me levantei e desci do ônibus.
Corri para minha aula, já estava atrasada 32 minutos, o professor já tinha passado varias coisas, viajei legal na aula, mas me diverti muito com as pesepadas da turma.

fim